segunda-feira, 25 de março de 2013





POEMA DE DOR



Dor descomungada
Daquelas que moram na gente
Que perturbam o sono na madrugada
E que nos deixam tão descontente.

Dor de alma, dor de dor...
Dor do fundo dos nossos olhos
Daquela, que não foi e nem fica
Destas, que surgem em episódios.

Dor que é morta e que é sentida
Que o vento traz e não leva embora
Dor que tira o sentido da vida
Dor que, da manhã, nunca viu a aurora.

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